Fingir. Uma simples palavra. Uma ação para Ela. Ela a usa sempre. É ele em um canto conversando com alguém, ai Ela espera ser notada. Falsidade. Ela também não gostava disso. Sabe, é chato. Ela o espera todo o dia. Mas ele só a vê como segundo opção. Pelo menos Ela era uma segunda opção. E a saudade? Quando ele fala com Ela e depois vai embora, fica aquela saudade. Acho que agora Ela já pode definir os seus sentimentos. Sem nada para fazer Ela parou para pensar e escrever. É a história de uma menina. Sim, uma menina. E Ela sentia dor. A dor dela era tão insuportável que ela aprendeu a ignora-lá. Uma boa escolha. Às vezes pegava uma faca com a esperança de se cortar, mas isso seria algo que ela não faria. Ela não sabia por que, mas seus pensamentos estavam embaralhados. Era difícil organizá-los. Mas mesmo com essa confusão ela ainda vivia com um sorriso no rosto. E agora eu me pergunto: como ela ainda vivia com um sorriso no rosto? Bom, no meu ponto de vista ela superava tudo: O amigo dela, que a ignorava, a saudade, e a dor. Como ela sobrevivera a tudo aquilo? Pois é. Fora forte. Tivera uma força fora do normal. Tivera amigos ao redor dela. E eu admiraria isso. E se você parou para ler até aqui, o que teria para fazer? Esse texto seria uma segunda opção para a sua noite/dia? Pois é, essa Menina saberia o que é ser segunda opção. E ai esse texto foi escrito pela segunda vez. Eu esperei o momento certo para postar. Não sei por que, mas esse texto seria na minha visão um com poucas e talvez até nenhuma note. Mas ele faz pensar na realidade. Não sei e nunca vou saber, mas é o meu preferido. renegad-a